Arquivos do Blog
Veja as propostas apresentadas pelo governo aos professores federais em greve
Filipe Matoso
O Ministério do Planejamento publicou nesta sexta-feira (13) uma nota na qual explica as propostas que foram apresentadas aos professores dos institutos e das universidades federais. Veja.
“O Governo Federal propôs nesta sexta-feira, 13 de julho, um plano de carreira, a vigorar a partir de 2013, às entidades sindicais dos professores dos Institutos e das Universidades Federais. A proposta permite visualizar uma mudança na concepção das universidades e dos institutos federais, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos.
Reduz de 17 para 13 os níveis da carreira, como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos. O Governo Federal vem cumprindo integralmente as propostas negociadas em 2011. Aplicou em 2012, por meio da medida provisória 568, editada em maio, com efeito retroativo a março, o reajuste de 4% nos salários e a incorporação das gratificações aos vencimentos básicos.
Em reunião realizada com os representantes sindicais dos professores, coordenada pelo secretário de Relações do Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça, com a presença de representantes do Ministério da Educação, o Governo Federal propôs o seguinte plano:
- Todos os docentes federais de nível superior terão reajustes salariais, além dos 4% concedidos pela MP 568 retroativo a março, ao longo dos próximos três anos.
- O salário inicial do professor com doutorado e com dedicação exclusiva será de R$ 8,4 mil. Os salários dos professores já ingressados na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva passarão de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.
- Ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.”
Clique e confira a nota na íntegra
Até a próxima!
Tucano afirma que podemos esperar uma oposição com mais propostas em 2012
Artigo de parlamentar tucano mostra o que a sociedade espera dos partidos de oposição
Filipe Matoso
O deputado federal Luiz Fernando Machado (PSDB-SP) escreveu um artigo publicado no site oficial do PSDB no qual afirma que a oposição fará em 2012 um papel propositivo. Podemos entender que os tucanos deixarão de lado os discursos piegas para, juntos com o governo, começar a pensar em políticas públicas que melhorem as condições básicas da população, como Saúde, Segurança, Transporte e Infraestrutura.
Esperamos exatamente isso dos partidos de oposição. Ideias, propostas e discussão. Não basta criticar o governo, é preciso ir além.
Já publiquei aqui no blog e reafirmo. Quando a oposição é inerte, as propostas elaboradas por quem está no poder se tornam cada vez mais fracas. Por outro lado, se os partidos contrários ao governo se articulam e “chamam” o adversário para um debate, Dilma, ministros e parlamentares da base aliada se movimentam para criar os melhores programas voltados para a sociedade.
Confira abaixo trechos do artigo escrito pelo deputado Luiz Machado.
“Oposição propositiva”
A proposta de reestruturação da administração federal apresentada à presidente da República Dilma Roussef pelo PSDB significa mais que um grandioso planejamento estratégico de reengenharia na gestão do serviço público para o país.
Na prática, esse passo fundamental rumo à consolidação dos princípios democráticos significa dizer de uma forma bem transparente a cada cidadão que o PSDB está efetivamente preparado para atuar, por meio de uma oposição propositiva, corroborando com os anseios das camadas menos favorecidas.
Efetivamente, 2012 começa sob uma nova perspectiva para os tucanos que ensaiam uma revoada ambiciosa; porém, baseada na solidez, com propostas coerentes.
O diferencial é que o PSDB, ao assumir essa postura pró-ativa de criticar e mostrar alternativas viáveis ao atual governo, contestando o que precisa ser contestado, ao mesmo tempo em que torna pública uma série de soluções compatíveis ao bom andamento da administração, se assume como partido de oposição.
O país está se tornando próspero. Tornou-se, em 2011, a sexta economia mundial, mas ainda prevalecem desigualdades, em especial, na área social. O maior desafio, sem dúvida, é fazer com que as políticas públicas sejam realmente voltadas às camadas mais carentes. Não basta que o Brasil se desenvolva. É preciso que os cidadãos sejam legitimamente beneficiados com oferta de emprego, renda e melhoria da qualidade de vida.
Até a próxima!