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Governo vai leiloar em junho a faixa para tecnologia 4G no país
Filipe Matoso
O Ministério das Comunicações, por meio da revista eletrônica “Conexão Minicom”, informou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai realizar o leilão da faixa de 2,5 GHz, responsável por abrigar a tecnologia 4G no Brasil, em 12 de junho.
O presidente da agência, João Rezende, informou à revista que o edital para o leilão da telefonia 4G e da internet rural (na faixa de 450 MHz) será publicado em 26 de abril, com aviso de licitação divulgado na próxima terça-feira (24). O prazo para a entrega das propostas será 4 de junho.
De acordo com a “Conexão Minicom”, os editais de licitação foram aprovados na última semana pela Anatel.
Até a próxima!
Câmara analisa projeto que reduz tempo de propaganda em TV por assinatura
Projeto de parlamentar estipula limite para veiculação de anúncios
Filipe Matoso
A Câmara dos Deputados analisa um projeto apresentado por Claudio Cajado (DEM-BA) que determina um limite para a veiculação de propagandas em canais da TV por assinatura, que são pagos. De acordo com a proposta, o tempo máximo destinado à publicidade comercial não poderá ultrapassar 10% do limite estabelecido para a TV aberta.
Um levantamento feito pelo Ministério das Comunicações aponta que cerca de 44 milhões de brasileiros assistem à TV por assinatura. A pasta informou ainda que os maiores índices de crescimento em fevereiro deste ano foram registrados nas regiões Norte (48,4%), Nordeste (46,4%) e Centro-Oeste (35%).
Ou seja, os anunciantes gostam de veicular propagandas nos canais pagos, pois conseguem ser assistidos por cerca de 25% da população brasileira. Ao mesmo tempo, é necessário que se regule o setor, pois é necessário haver regras, como as que definem a classificação indicativa.
Até a próxima!
Paulo Bernardo segue nas Comunicações
Ministro continua à frente da pasta após especulação sobre suposta saída
Filipe Matoso
Rumores de que o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, deixaria a pasta para assumir o Ministério das Relações Institucionais da Presidência, hoje chefiado por Ideli Salvatti, foram negados.
O ministro desmentiu a informação a interlocutores e afirmou que não foi comunicado pela presidenta Dilma Rousseff sobre esta possível mudança.
Especulou-se a mudança, pois o governo vem enfrentando problemas com a base aliada no Congresso Nacional.
Apesar de os rumores darem como certa a troca ministerial, Paulo Bernardo segue nas Comunicações.
Até a próxima!
Gleisi Hoffmann é confirmada na Casa Civil
Paranaense assume cargo após Palocci pedir demissão
Filipe Matoso
O nome de Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi confirmado para a chefia da Casa Civil algumas horas após o anúncio oficial da saída de Antônio Palocci. A petista era cogitada para o cargo ao lado da ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
Não há muito que dizer, pois a saída de Palocci era questão de tempo, para jornalistas que cobrem a área. Ricardo Noblat (O Globo), Cynara Menezes (Carta Capital) e alguns outros pareciam aguardar ansiosos a queda.
Se Palocci ficou rico de forma legal ou não, é questão de puro “achismo”, enquanto não houver provas. O foco agora deve ser o trabalho de Gleisi no comando da Casa Civil. Tomara que ela consiga desempenhar um bom papel e vamos torcer para não haver mais problemas neste governo.
Na família da nova ministra-chefe da Casa Civil há outro nome de peso no Governo Federal. Paulo Bernardo, marido de Gleisi, é o ministro das Comunicações e, durante a Era Lula, atuou à frente do Planejamento.
É isso aí. Vamos aguardar e ver como se sairá a nova ministra.
Palocci demorou para sair
O Blog do Filipe segue uma linha com a qual o jornalismo sensacionalista bate de frente. Para o portal, as pessoas são inocentes, até que se prove o contrário, como diz a Constituição Federal. Portanto, como não há provas, Palocci não será condenado aqui pelo enriquecimento súbito.
No entanto, podemos nos focar na questão política do assunto. Partindo do pressuposto de que Palocci é inocente, teria sido vantajoso – tanto para ele quanto para Dilma – se o ex-ministro tivesse pedido licença assim que começassem os burburinhos.
Na época em que começavam a falar do enriquecimento, o ideal seria Palocci pedir afastamento do cargo por dois ou três meses, vamos dizer. Esse tempo seria suficiente para provar a inocência, a oposição e a mídia certamente iriam focar-se em outros assuntos, o ex-ministro retomaria à Casa Civil e voltaria extremamente forte.
No entanto, Palocci e Dilma preferiram dar a cara à tapa e ficar sob o julgamento da população. Para o blog, a estratégia foi equivocada, o ex-ministro saiu “por baixo” perante às pessoas e com a imagem desgastada, mais uma vez.





