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Ônibus utilizam estacionamentos irregulares na Capital Federal
DFTrans diz que não há reclamações da população e admite haver acordo informal com empresas
Por Mariana Zoccoli
Em Brasília, empresas de ônibus e micro-ônibus utilizam locais públicos para estacionar os veículos durante o dia. No entanto, essa prática, que acontece no estádio Mané Garrincha e nas entre quadras residenciais 214/414 Norte e 216/416 Sul, não é regulamentada.
A utilização desses espaços como estacionamento para veículos de transporte público acontece há muitos anos. Hoje, um acordo informal entre o GDF e as empresas continua permitindo a prática, que não é fiscalizada. A assessoria do DFTrans diz que uma das justificativas para não haver fiscalização de maneira rotineira é a falta de reclamações da população (passageiros e moradores).
Os zebrinhas, por exemplo, utilizam estacionamentos públicos na 214/414 Norte e 216/416 Sul. “Os nossos fiscais afirmaram que os veículos devem parar apenas como ponto de controle e para que os passageiros desçam”, completou a assessoria do DFTrans.
O órgão reconhece que as empresas desrespeitam as regras e os motoristas utilizam o espaço público como garagem em horários intermediários. Os fiscais, ao presenciar a prática, apenas orientam que os condutores deixem o local.
A ocupação irregular provoca manifestações de apoio e de desaprovação, ao mesmo tempo, entre os moradores e usuários.
A creche Meu Pequeno Mundo fica em frente a um dos locais onde estacionam os zebrinhas, na Asa Sul. Uma funcionária, que preferiu não se identificar, afirma que a diretora do local já fez várias reclamações. “A grade da escola, inclusive, foi danificada uma vez durante a manobra de um desses micro-ônibus”, conta. A diretora da creche não quis comentar o caso pessoalmente e não atendeu às ligações. Leia a matéria na íntegra Leia o resto deste post
GDF planeja medidas para reciclar resíduos da construção civil
Por Mariana Zoccoli
Após passar 9 anos de resolução que regula setor, DF ainda não tem projetos para despejo correto do material
O Lixão da Estrutural, em Brasília, recebe todo lixo do Distrito Federal (DF) desde 1984. Hoje, o terreno tem mais de 15 milhões de toneladas de resíduos. De acordo com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), o número cresce ao menos 11 mil toneladas por dia – dessa quantidade, 70% vem da construção civil. No entanto, o despejo é feito irregularmente.
A resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), publicada em 17 de julho de 2002, contém diretrizes para reduzir os impactos ambientais gerados pelos resíduos da construção civil. Após quase nove anos da resolução, o Governo do Distrito Federal (GDF) não cumpre nenhuma orientação do Conama, mas começa a pensar em projetos para solucionar o problema dos resíduos de construção civil.
No aniversário de Brasília, 21 de abril, o governador Agnelo Queiroz deve anunciar o novo aterro sanitário. O lixão da Estrutural será fechado e a recuperação do terreno pode levar mais de 10 anos para ser concluída. A Vila Estrutural, comunidade criada ao lado do lixão, terá um novo projeto urbanístico e, futuramente, casas serão construídas onde hoje só há lixo. Leia a matéria na íntegra.
