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O erro da Justiça em São Paulo

Justiça proíbe Marcha da Maconha e fere liberdade de expressão

Filipe Matoso

No Brasil, historicamente conhecemos passeatas e protestos que surtiram efeito. Fomos acostumados a ver greves, marchas e encontros pró isso e pró aquilo. Em São Paulo, deveria acontecer de forma tranquila a Marcha da Maconha. No entanto, conflitos se tornaram maiores que a mobilização.

A Justiça paulista proibiu a marcha e confusões foram iniciadas. Em que lugar quero chegar? Bem, sou contra a legalização da maconha e não fico em turma de maconheiros. Não é preconceito, é um direito meu. No entanto, todos os maconheiros e simpatizantes também têm o direito de lutar pela legalização da droga, não têm? Com certeza!

Protestos pacíficos podem acontecer e a polícia só deve agir quando há confusões

O respeito entre passeatas e sociedade deve ser mútuo. Se brigamos pela liberdade de expressão, devemos aceitar as manifestações pró qualquer coisa. Sou contra a legalização da maconha, mas defendo direito de qualquer pessoa se manifestar favorável . Protestos organizados de forma pacífica não podem ser impedidos, de maneira alguma.

Nesse momento, não interessa saber como ou de onde saiu a ordem para proibir a Marcha da Maconha, o mais importante é pensarmos que protestos – desde que sejam pacíficos – podem acontecer. Infelizmente, o fato de a maconha ser ilícita torna, para algumas pessoas, a passeata também ilegal.

Para o Blog do Filipe, independentemente do tema do protesto, qualquer manifestação deve ser aceita pelo governo, se não causar tumultos. Protestos nos quais as pessoas levam pedras, pedaços de pau e armas brancas são inaceitáveis. Se as pessoas desejam conquistar algo, que lutem de forma consciente e não queiram apenas gerar confusões. Leia o comentário na íntegra  Leia o resto deste post

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