Arquivos do Blog

Corte de ponto de servidores pode ser revisto

Filipe Matoso

O governo federal sinalizou neste domingo (26) que pode rever a decisão de cortar o ponto dos servidores públicos federais em greve.

O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse que não haverá o corte do ponto e que pode haver a devolução do salário cortado, caso governo e categorias cheguem a um acordo para a reposição dos dias parados.

“O governo acenou com esta possibilidade para todas as categorias. Há realmente esta possibilidade”, afirmou.

De acordo com reportagem da “Agência Brasil”, o secretário disse que as negociações sobre reajuste e corte de ponto são feitas de forma separada.

“Uma é a negociação da reposição do trabalho, das horas [não trabalhadas] que foram decorrentes da greve. Se houver também uma possibilidade de acordo sobre a reposição do trabalho e das horas de trabalho, faremos um acordo também. Mas um acordo não depende do outro”, disse.

Até a próxima!

Marco Maia defende corte de ponto de grevistas

Filipe Matoso

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), defendeu nesta quinta-feira (23) o corte de ponto dos servidores públicos que estão em greve.

“O governo está agindo certo, buscando negociar com os servidores e, ao mesmo tempo, sendo duro na cobrança de responsabilidade, de comportamento republicano por parte deles [grevistas]“, disse.

De acordo com Maia, os acordos firmados entre governo e categorias serão analisados pela Casa durante a avaliação do Orçamento da União, que deve ser enviado pelo governo ao Congresso até o dia 31 deste mês.

“O que chegar à Câmara, de forma acordada, será aprovado pelo parlamento. Aquilo em que não houver acordo, vamos procurar ajudar para que aqui na Câmara possa se construir esse entendimento”, completou.

Até a próxima!

Reuniões internas no governo para discutir greve

Filipe Matoso

A presidente Dilma Rousseff começou a semana de olho na greve dos servidores públicos. Nesta segunda-feira (13), ela se reuniu com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, responsável pelas negociações com os grevistas.

De acordo com reportagem da Agência Brasil, participaram do encontro os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União, Luis Inácio Adams, e a chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. A agenda de Dilma prevista para hoje foi alterada para incluir uma reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Durante toda a semana, o Ministério do Planejamento deve conduzir reuniões de negociação com sindicalistas. Ao Blog, a pasta informou que há quatro reuniões agendadas para esta terça (14). Representantes de três sindicatos, que representam professores de universidades federais e servidores públicos federais, irão ao ministério, em Brasília, entre 10h e 17h.

O governo tem até o último dia deste mês para enviar o projeto de lei orçamentária ao Congresso Nacional e o texto deve conter a previsão de gastos para 2013, incluindo possíveis reajustes ao funcionalismo.

Até a próxima!

Veja as propostas apresentadas pelo governo aos professores federais em greve

Filipe Matoso

O Ministério do Planejamento publicou nesta sexta-feira (13) uma nota na qual explica as propostas que foram apresentadas aos professores dos institutos e das universidades federais. Veja.

“O Governo Federal propôs nesta sexta-feira, 13 de julho, um plano de carreira, a vigorar a partir de 2013, às entidades sindicais dos professores dos Institutos e das Universidades Federais. A proposta permite visualizar uma mudança na concepção das universidades e dos institutos federais, na medida em que estimula a titulação, a dedicação exclusiva e a certificação de conhecimentos.

Reduz de 17 para 13 os níveis da carreira, como forma de incentivar o avanço mais rápido e a busca da qualificação profissional e dos títulos acadêmicos. O Governo Federal vem cumprindo integralmente as propostas negociadas em 2011. Aplicou em 2012, por meio da medida provisória 568, editada em maio, com efeito retroativo a março, o reajuste de 4% nos salários e a incorporação das gratificações aos vencimentos básicos.

Em reunião realizada com os representantes sindicais dos professores, coordenada pelo secretário de Relações do Trabalho do MPOG, Sérgio Mendonça, com a presença de representantes do Ministério da Educação, o Governo Federal propôs o seguinte plano:

- Todos os docentes federais de nível superior terão reajustes salariais, além dos 4% concedidos pela MP 568 retroativo a março, ao longo dos próximos três anos.

- O salário inicial do professor com doutorado e com dedicação exclusiva será de R$ 8,4 mil. Os salários dos professores já ingressados na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva passarão de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.

- Ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.”

Clique e confira a nota na íntegra

Até a próxima!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.