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Comissão de Ética arquiva processos contra ministro Fernando Pimentel

Agência Brasil

Fernando Pimentel/ foto: Elza Fiúza - ABr

Fernando Pimentel/ foto: Elza Fiúza – ABr

A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu nesta segunda-feira (22) arquivar duas investigações sobre a conduta do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Em uma das investigações, referente ao uso do avião fretado pelo empresário João Dória Júnior, para participar de um encontro na Itália, em outubro do ano passado, a comissão entendeu que o ministro não tinha outra opção alternativa para comparecer ao evento.

“Ele não tinha outra opção. Ou ele ia no avião, ou faltava ao compromisso. Então, nós arquivamos, inclusive porque há uma resolução da comissão que diz que as autoridades podem, em certos casos, usar aviões de patrocinadores de evento, desde que eles não tenham nenhum interesse que esteja sob julgamento desta autoridade. E, no caso, não tinha”, explicou o presidente interino da comissão, Américo Lacombe.

A segunda investigação, sobre a prestação de consultorias feita por Pimentel em 2009 e 2010, também foi arquivada. Segundo Lacombe, na ocasião, Pimentel atuou como economista, não como ministro, nem como prefeito de Belo Horizonte. “A quantia que ele recebeu foi pequena. Em dois anos, R$ 50 mil por mês, qualquer profissional liberal ganha isso. Não é nada de extraordinário, não multiplicou seu patrimônio por 20″, completou Lacombe.

Até a próxima!

Medidas de estímulo à economia serão focadas em investimentos

Filipe Matoso

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta quarta-feira (26) que as medidas de estímulo à economia que serão anunciadas na quinta (27) pelo governo irão ajudar o Brasil a contornar os reflexos da crise de países da Zona do Euro.

Pimentel não adiantou quais áreas serão beneficiadas pelas medidas, mas disse que os investimentos terão prioridade. “Nós já fizemos muita coisa para expandir o consumo. Melhoramos o crédito, [fizemos] reduções importantes de imposto para os bens de consumo duráveis e, agora, estamos focando muito no investimento”, disse o ministro, conforme reportagem da “Agência Brasil“.

Até a próxima!

De mãos dadas, PT e PSDB andam juntos em BH até eleições em outubro

Legendas se unem para apoiar Márcio Lacerda

Filipe Matoso

Petistas e tucanos lado a lado. Algo imaginável em alguns cantos deste país, mas não em Belo Horizonte. A vontade de Aécio Neves (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) de criar uma aliança em prol de Márcio Lacerda (PSB) em 2008 rendeu frutos. Ao que tudo indica, mais uma vez o PT e o PSDB estarão juntos pela reeleição do atual prefeito de Belo Horizonte.

É claro que não é todo mundo que concorda. O deputado estadual Rogério Correia é um deles. Por meio do microblog Twitter, o parlamentar tem se mostrado, de forma frequente, contrário à união entre petistas e tucanos para eleger Lacerda.

Mas a maioria dos filiados ao PT não pensa assim. De acordo com o “G1 MG”, a decisão do PT de se coligar ao PSB nas próximas eleições em BH foi tomada em uma reunião no domingo (15).

Estiveram presentes, publica o site, 492 delegados. De acordo com o “G1″, a assessoria do PT informou que 291 representantes votaram a favor do apoio à candidatura de Márcio Lacerda e da indicação de um vice, ainda indefinido, pelo PT. Porém, 196 delegados foram contra e foram registrados três votos nulos.

A aliança pode, sim, render bons números à capital mineira. Porém, é preciso analisar se a união entre os três partidos é resultado de uma combinação de políticas públicas semelhantes ou de interesses particulares de alguns líderes regionais.

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Até a próxima! 

Paulo Bernardo segue nas Comunicações

Ministro continua à frente da pasta após especulação sobre suposta saída

Paulo Bernardo/ foto: Ilkens Souza

Filipe Matoso

Rumores de que o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, deixaria a pasta para assumir o Ministério das Relações Institucionais da Presidência, hoje chefiado por Ideli Salvatti, foram negados.

O ministro desmentiu a informação a interlocutores e afirmou que não foi comunicado pela presidenta Dilma Rousseff sobre esta possível mudança.

Especulou-se a mudança, pois o governo vem enfrentando problemas com a base aliada no Congresso Nacional.

Apesar de os rumores darem como certa a troca ministerial, Paulo Bernardo segue nas Comunicações.

Até a próxima!

Consultorias de Pimentel serão investigadas pela Presidência

Decisão foi tomada por comissão do Palácio do Planalto

Filipe Matoso

A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu nesta segunda-feira (13) que irá investigar as consultorias feitas pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), entre 2009 e 2010, período em que o ex-prefeito de Belo Horizonte não ocupou cargos públicos.

De acordo com o jornal “Folha de S. Paulo”, há suspeitas de que o ministro tenha praticado tráfico de influência durante estas consultorias. Pimentel, informa a “Folha”, está nos Emirados Árabes Unidos, onde cumpre agenda de trabalho.

Em dezembro do ano passado, reportagens do jornal “O Globo” informaram que serviços de consultoria prestados por Pimentel a empresas, uma delas contratada pela Prefeitura de BH, foram irregulares. Na época, o ministro negou as acusações e disse que os serviços foram feitos quando já não era prefeito da capital mineira, nem ministro.

A comissão da Presidência decidiu iniciar a investigação a partir de um pedido protocolado em dezembro pelo PSDB. No requerimento, a legenda afirmou que solicitou o processo “em razão da possível prática de ato atentatório contra os princípios éticos que norteiam as atividades dos órgãos superiores da Presidência da República e a quebra de decoro por parte do representado”.

Aqui no blog publiquei em 12 de dezembro que, à TV Globo, o mineiro afirmou que tem como provar os serviços prestados, mas em dois casos diz ter firmado acordos verbais. “Eu não era mais prefeito [de Belo Horizonte], ainda não era ministro, deputado, nem senador. Trabalhei como economista, fui remunerado pelo trabalho, emiti notas fiscais e paguei os tributos. Não tem nada de irregular”, afirmou.

Em 13 de dezembro do ano passado, informa o “G1 Política”, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que considerava “estranho” que Pimentel tivesse de dar explicações sobre a “vida privada, a vida pessoal passada”.

Até a próxima!

Patrus Ananias diz à Folha que situação do PT em BH não está boa

Petista confirma ao jornal que legenda está dividida para as próximas eleições

Filipe Matoso

Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome durante o Governo Lula, Patrus Ananias é um dos principais líderes políticos do PT em Minas Gerais. Ele foi prefeito de Belo Horizonte e hoje os rumores são de que o PT-BH está dividido em quem o apoia e em quem defende Fernando Pimentel, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No entanto, Ananias nega e diz à Folha: “tive – não terei mais -, algumas disputas com o Fernando, mas a nossa relação de amizade foi rigorosamente preservada”.

De acordo com a reportagem de Paulo Peixoto publicada na última segunda-feira (12/12) no caderno Poder, Patrus afirmou que o PT precisa construir uma unidade partidária na capital mineira para as próximas eleições. Além disso, “a situação não é boa”. Outro líder petista em Minas, Nilmário Miranda disse algo parecido no microblog Twitter, quando afirmou que é necessário a legenda definir um posicionamento até 15 de janeiro.

Patrus Ananias/ foto: FomeZero.gov.br

E de onde surgiu esse imbróglio? Em 2008, o PT (Fernando Pimentel) e o PSDB (Aécio Neves) se uniram para eleger Márcio Lacerda (PSB) para prefeito nas eleições municipais. Como afirma a Folha, Patrus se distanciou da campanha por não concordar com o posicionamento do ministro do Governo Dilma. Não só ele. Muitos eleitores também. Inclusive, percebi que as pessoas que pensavam da mesma maneira de Patrus votaram em Leonardo Quintão, hoje deputado federal pelo PMDB mineiro.

Para não prolongar muito, vou direto à opinião. Concordo com Patrus e Nilmário. A união entre o PT e o PSDB em BH para apoiar um candidato do PSB é uma história confusa. A manobra de Pimentel e Aécio enfraqueceu, e muito, os petistas na capital mineira. Não há como negar e isso não é um ataque ao ministro do Desenvolvimento. Certo é que se o Partido dos Trabalhadores não adotar uma posição unificada, o reflexo será sentido nos militantes filiados e eleitores, que se dividirão e, provavelmente, enfraquecerão ainda mais a legenda.

Até a próxima!

Ministros saem em defesa de Pimentel

Desta vez, Ideli Salvatti afirmou que o petista tem total apoio de Dilma Rousseff

Filipe Matoso

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi mais uma a se pronunciar sobre a situação política do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT-MG). Nesta segunda-feira (12/12), Ideli afirmou que o ex-prefeito de Belo Horizonte tem apoio de Dilma Rousseff.  Além dela, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse na sexta-feira (9/12) que o Governo, entenda Dilma, aceitou as explicações dadas por Pimentel sobre as consultorias que fez entre 2009 e 2010, período em que não ocupava cargos públicos.

De acordo com o jornal O Globo, em uma matéria publicada no domingo (4/12), Pimentel recebeu R$ 2 milhões pela empresa P-21 Consultoria e Projetos Ltda., da qual é dono, entre 2009 e 2010. O jornal também mostrou que ele teria recebido R$ 400 mil de uma empresa que pertence ao filho de um sócio. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, esta empresa manteve contrato com a Prefeitura de Belo Horizonte quando Pimentel era chefe do Executivo municipal. Ou seja, a suspeita é que o mineiro teria recebido dinheiro de forma indevida.

Em entrevista coletiva, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse que “há, sim, hipóteses de corrupção com benefícios aferidos em razão da proximidade dele com o poder ou com a expectativa de poder”. Em relação a uma possível convocação de Pimentel para prestar esclarecimentos ao Congresso, o líder no Governo na Câmara, Cândido Vacarezza (PT-SP), disse que há grupos que estão procurando pelo em ovo. “Não tem nada a ver a discussão do Pimentel na Casa. Por isso, nós não vamos permitir o convite ao ministro Pimentel”.

Fernando Pimentel/ foto: TV Canal 13

À TV Globo, o mineiro afirmou que tem como provar os serviços prestados, mas em dois casos diz ter firmado acordos verbais. “Eu não era mais prefeito [de Belo Horizonte], ainda não era ministro, deputado, nem senador. Trabalhei como economista, fui remunerado pelo trabalho, emiti notas fiscais e paguei os tributos. Não tem nada de irregular”, afirmou.

Para o blog, Pimentel deve comprovar que não cometeu nenhuma irregularidade entre 2009 e 2010. Seja por tráfico de influência ou enriquecimento ilícito. No entanto, não é uma onda de demissões de ministros que vai tornar o Governo Dilma eficiente. É necessário ter cautela, pois não pode ser instalada no país uma onda de denuncismo. É necessário apurar o que aconteceu e, se forem comprovadas atitudes imorais por parte Pimentel, que ele seja demitido. No entanto, se o Ministério Público ou qualquer órgão competente estudar o caso e entender que não houve nada de errado, o correto a fazer é o jornal O Globo dar o direito de resposta ao petista.

Até a próxima!

Com o pensamento em 2012, partidos planejam prefeituras

Por Filipe Matoso

No próximo ano haverá eleições para vereadores e prefeitos nos municípios brasileiros, exceto no Distrito Federal.

As eleições de 2012 irão eleger vereadores e prefeitos em todas as cidades do país. Também com o intervalo de quatro anos, as últimas foram realizadas em 2008. Apesar de faltar ainda mais de um ano e meio para as votações, partidos e possíveis candidatos já começam a se mexer para assegurar os cargos desejados. Entretanto, no DF não há disputa para esses cargos, pois as regiões administrativas (mais conhecidas como cidades-satélite) contam com um administrador, nomeado pelo governador.

Em Brasília, os moradores da capital federal votam  para deputados estadual e federal, senador, governador e presidente. Nas demais unidades da federação, os vereadores são eleitos com o número proporcional ao número de habitantes da cidade. Por exemplo, São Paulo tem 10 milhões de habitantes e conta com 50 vereadores. Já a cidade de Arcos (interior de Minas), com 40 mil habitantes, possui somente 9. Este é só um exemplo e os números não são reais, apenas demonstrativos.

Leia a matéria na íntegra e veja como está a situação nas cidades de Recife, São Paulo e Belo Horizonte. Leia o resto deste post

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