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Mantega diz que novas medidas de estímulo devem ser anunciadas semana que vem
Filipe Matoso
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta-feira (30) que novas medidas de estímulo à economia são preparadas pelo governo federal e devem ser anunciadas na próxima semana.
“Continuaremos tomando medidas. Deveremos ter novidade na semana que vem, principalmente no âmbito no financiamento para investimento”, disse.
Ele disse ainda estar “satisfeito” com a reação da economia brasileira. Nesta sexta, o IBGE informou que o crescimento do PIB ficou em 0,6% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores. ”A taxa [de crescimento] não foi tudo aquilo que esperávamos, mas estamos na direção certa”, avaliou.
Segundo o ministro, a indústria está “superando” as dificuldades sentidas pela crise econômica mundial, principalmente, durante o primeiro semestre. Na avaliação da CNI, o setor se recupera de forma “lenta”.
Guido Mantega afirmou ainda estimar o crescimento do PIB no quarto trimestre deste ano em 1%. O ministro espera que PIB cresça 4%.
Até a próxima!
Mantega estima crescimento do PIB em 4% em 2013
Filipe Matoso
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira (23) em São Paulo que o crescimento do PIB deve ficar em 4% no próximo ano.
“Temos que contar com o cenário internacional desfavorável, mas mesmo assim iremos crescer”, disse o ministro. Em nota, o PT informou que o ministro estima que os investimentos no país cresçam 8% em 2013.
Mantega disse ainda que nos próximos dias o governo deve lançar um programa de investimentos para melhoria do sistema portuário do país.
Atividade industrial tem alta em outubro, segundo a CNI
Até a próxima!
Políticas de austeridade não são a melhor resposta para enfrentar a crise, afirma Dilma
Filipe Matoso
A presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado (17) em Cádiz, na Espanha, na Cúpula Ibero-americana, que políticas de austeridade implementadas por alguns países europeus não são a melhor resposta para enfrentar a crise.
“Temos assistido, nos últimos anos, aos enormes sacrifícios por parte das populações dos países que estão mergulhados na crise. Reduções de salários, desemprego, perda de benefícios. As políticas exclusivas de austeridade vêm mostrando seus limites”, disse, conforme nota publicada pelo Planalto.
No discurso, Dilma afirmou ainda que o Brasil entende que a consolidação fiscal “exagerada” não é a melhor resposta para a crise mundial e pode, inclusive, agravá-la, causando recessão. Segundo ela, “sem crescimento será muito difícil a consolidação fiscal e os ajustes serão cada vez mais onerosos do ponto de vista político e social”.
“O que temos visto são medidas que, apesar de afastarem o risco de uma quebra financeira, não afastam a desconfiança dos mercados e, mais importante ainda, não afastam a desconfiança das populações”, afirmou.
Até a próxima!
Redução das tarifas de energia vai estimular produção e queda na inflação, diz Paulo Bernardo
Filipe Matoso
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse nesta sexta-feira (7) que a redução das tarifas de energia elétrica em 16,2%, a partir de 2013, vai estimular a produção no país e a queda da taxa de inflação. Ele acompanhou durante a manhã o desfile cívico em Brasília e afirmou que a expectativa do governo é impulsionar a competitividade do país.
Nesta sexta, Paulo Bernardo disse que o estímulo ao consumo pode melhorar a economia do país. “Temos uma coisa preciosa que é o mercado de consumo, com emprego quase pleno, as pessoas com poder aquisitivo e os salários que ainda estão aumentando. Se tiver consumo, a produção vai crescer bastante”, disse o ministro.
Durante o pronunciamento oficial dessa quinta (6), a presidente Dilma Rousseff, ao anunciar a queda das tarifas, disse que o Brasil se prepara para um novo modelo de competitividade. “Uma forma simples de definir competitividade é dizer que ela significa baixar custos de produção e baixar preços de produtos, para gerar emprego e gerar renda”, disse.
Os detalhes da medida ainda serão anunciados na terça-feira (11).
Até a próxima!
Crise agilizou mudanças na economia, diz Mantega
Filipe Matoso
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse na noite desta quinta-feira (23) que a crise econômica internacional resultou em efeitos positivos para o país.
“A crise tem o lado positivo, porque ela acaba acelerando transformações e medidas que talvez você não tomasse durante um período normal. Você demoraria mais para fazer transformações que são exigidas durante a crise”, afirmou.
Conforme reportagem da “Agência Brasil”, o ministro disse ainda que “o Brasil está se tornando um país normal em matéria de política monetária”.
Até a próxima!
LDO de 2013 é aprovada pelo Congresso
Filipe Matoso
O Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (17) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013. O projeto agora segue para a sanção da presidenta Dilma Rousseff.
A proposta foi aprovada pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) após um período de embates entre governo e oposição, principalmente o DEM.
A LDO estabelece metas e prioridades da Administração Pública Federal e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Deve ainda informar a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento, alterações na legislação tributária e definir os parâmetros para os demais poderes e o Ministério Público da União (MPU) poderem elaborar as respectivas propostas orçamentárias.
De acordo com o Senado, o projeto da LDO não prevê recursos para aumento do funcionalismo dos Três Poderes e do MPU em 2013.
Até a próxima!
FMI prevê redução no crescimento econômico do país em 2012
Filipe Matoso
O Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixou a previsão de crescimento da economia brasileira para este ano, com um cenário de “instabilidade” internacional e “vulnerabilidades domésticas” nos países emergentes. O FMI passou a considerar que a economia brasileira deve crescer 2,5% até dezembro.
Em uma atualização do relatório macroeconômico, o Panorama Econômico Mundial, divulgado nesta segunda-feira (16) em Washington (EUA), o FMI observa que “o ímpeto de crescimento desacelerou em várias economias emergentes, especialmente o Brasil, a China e a Índia”.
“Isso reflete em parte um ambiente externo mais fraco, mas a demanda doméstica também desacelerou fortemente em resposta a limites da capacidade e uma política monetária restritiva no último ano”, conclui.
* Com informações da “Agência Brasil“.
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A agenda internacional de Agnelo Queiroz
Filipe Matoso
O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, vai aos Emirados Árabes Unidos, Cingapura e China acompanhado de assessores. O objetivo da missão, segundo o GDF, é “divulgar Brasília como centro tecnológico e digital, conhecer os modelos dos melhores polos digitais do mundo e trocar experiências no setor de mobilidade e planejamento urbanos”.
Em nota, a Secretaria de Comunicação Social informou que está prevista para o início de agosto a realização de um processo de licitação internacional para que uma empresa administre, por meio de Parceria Público Privada (PPP), o Parque Tecnológico Cidade Digital. O espaço funcionará como um grande condomínio, que reunirá “o que há de mais moderno no ramo de tecnologia”, empresas nacionais e estrangeiras.
A comitiva pretende ainda conhecer experiências em soluções tecnológicas, sustentáveis e de crescimento econômico.
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Redução de juros e impostos viabiliza crescimento, diz Dilma
Filipe Matoso
A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (13) que o governo irá reduzir os juros e os impostos para viabilizar o crescimento do país. Ela disse, também, que a atual taxa de câmbio é benéfica para a indústria nacional.
“Queremos, de forma sistemática, reduzir os custos no Brasil. Não como estão fazendo lá fora que é reduzir os ganhos sociais e salários, queremos reduzir custos baseado em redução de impostos e capacitação da nossa força de trabalho, nosso caminho não é o de tirar direitos dos trabalhadores”, disse Dilma em Maragogipe, na Bahia.
De acordo com reportagem da “Agência Brasil“, ela defendeu a redução de juros e disse que o nível atual da taxa de câmbio é necessário para evitar o enfraquecimento da indústria nacional com o favorecimento da entrada de produtos importados.
“Estamos mofidicando algumas condições no Brasil que geram entraves para o crescimento econômico e sustentável. A primeira mudança tem sido a redução dos juros que está em um nível nunca visto antes na história desse país, como dizia nosso presidente Lula. Outra é a taxa de câmbio que impede que nossa indústria seja sucateada”.
Segundo Dilma, “não se pode mais esperar que a economia cresça para dividir os dividendos com a população”.
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Medidas de estímulo à economia serão focadas em investimentos
Filipe Matoso
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta quarta-feira (26) que as medidas de estímulo à economia que serão anunciadas na quinta (27) pelo governo irão ajudar o Brasil a contornar os reflexos da crise de países da Zona do Euro.
Pimentel não adiantou quais áreas serão beneficiadas pelas medidas, mas disse que os investimentos terão prioridade. “Nós já fizemos muita coisa para expandir o consumo. Melhoramos o crédito, [fizemos] reduções importantes de imposto para os bens de consumo duráveis e, agora, estamos focando muito no investimento”, disse o ministro, conforme reportagem da “Agência Brasil“.
Até a próxima!



