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Três milhões de microempreendedores no país
Filipe Matoso
A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (6) que o Programa do Microempreendedor Individual (MEI) deve chegar a 3 milhões de empreendedores nos próximos dias, com a geração de 120 mil empregos em pequenos negócios.
“Essas pessoas deixaram de ser trabalhadores informais, muitos também deixaram o seu emprego para se legalizarem e se tornarem microempreendedores. Outra vantagem é que o microempreendedor não precisa trabalhar sozinho. Um mecânico, uma manicure ou uma doceira, por exemplo, eles podem contratar um ajudante. Então, além de melhorar a sua própria renda, os microempreendedores estão contribuindo também para gerar empregos no país”, afirmou Dilma no programa Café com a Presidenta.
Até a próxima!
Haddad se encontra com presidente Dilma em Brasília
Filipe Matoso
O prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), se encontrou nesta segunda-feira (29) com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, em Brasília.
Ele afirmou que o encontrou serviu para, além de agradecer o apoio da presidente, estabelecer uma rotina de trabalho. O prefeito eleito ressaltou a importância de se criar um grupo de trabalho o quanto antes para iniciar a discussão sobre as parcerias que foram anunciadas no plano de governo apresentado durante a campanha,.
Até a próxima!
Base de Dilma divulga nota em apoio a Lula
Filipe Matoso

Lula ao lado de Patrus Ananias, candidato do PT à Prefeitura de Belo Horizonte/ foto: Ricardo Stuckert – Instituto Lula
Partidos da base aliada ao governo Dilma divulgaram uma nota nesta quinta-feira (20) contra a oposição, que deve pedir uma investigação do ex-presidente Lula, em função de denúncias publicadas pela revista “Veja” no último fim de semana.
“Tentaram comprometer a honra e a dignidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Valendo-se de fantasiosa matéria veiculada pela Revista Veja, pretendem transformar em verdade o amontoado de invencionices colecionado a partir de fontes sem identificação”, diz a nota.
Aliados do governo dizem que a oposição recorre a práticas “golpistas”. “As forças conservadoras revelam-se dispostas a qualquer aventura. Não hesitam em recorrer a práticas golpistas, à calúnia e à difamação, à denúncia sem prova”.
Os partidos da base alegam, ainda, que a atitude é um “ato de desespero” e uma tentativa de “confundir a opinião pública”.
Os presidentes dos partidos ainda falam sobre o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF). “Quando pressionam a mais alta Corte do País, o STF, estão preocupados em fazer da ação penal 470 um julgamento político, para golpear a democracia e reverter as conquistas que marcaram a gestão do presidente Lula”.
Essa briga ainda deve ir longe.
Confira a íntegra da nota
Até a próxima!
Lula e Dilma participam de lançamento do filme ‘Pela primeira vez’
Filipe Matoso
O ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff participaram nesta quarta-feira (25) do lançamento do filme “Pela Primeira vez” em Brasília. Gravado em 3D e dirigido por Ricardo Stuckert, o filmr mostra os bastidores da posse de Dilma na Presidência.
Além de gravações até então desconhecidas de Lula no hospital com o ex-presidente José de Alencar, que morreu no ano passado em decorrência de um câncer, o documentário apresenta fatos inéditos da transmissão de cargo em 1º de janeiro do ano passado.
Até a próxima!
Documentário sobre posse de Dilma será lançado dia 25 em Brasília
Ex-presidente Lula deve comparecer ao evento
Filipe Matoso
O documentário “Pela primeira vez”, dirigido pelo fotógrafo Ricardo Stuckert, será lançado no dia 25 deste mês no Museu da República, em Brasília. De acordo com o Instituto Lula, o filme registra os bastidores da posse de Dilma Rousseff, que aconteceu em 1º de janeiro do ano passado.
Segundo interlocutores, “é possível” que o ex-presidente Lula compareça ao evento para prestigiar o atual fotógrafo com quem trabalha, além da presidenta. Porém, o instituto informou que ainda não é possível confirmar a vinda dele a Brasília.
A assessoria de Dilma também informou que apenas em uma data próxima ao lançamento do documentário será possível confirmar a ida da presidenta.
“Ele [Lula] sugeriu a criação de uma turma para fazer uma espécie de agradecimento a todo mundo que fez corrente de oração, pela fé que as pessoas apresentaram. É o velho Lula voltando. Ele disse que o ideal é começar por onde ele conhece todo mundo, no caso, Brasília”, disse o líder do PT no Senado, Walter Pinheiro (BA), ao “Correio Braziliense“.

Lula e Ronaldo em encontro no começo da tarde desta quinta-feira (5) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo/ foto: Ricardo Stuckert
Até a próxima!
Eleitora é multada pelo TSE por “propaganda antecipada”
Para a Justiça, adesivo em carro pode ser atitude ilegal
Filipe Matoso
A eleitora sergipana Adma Fonseca de Almeida foi condenada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por “propaganda antecipada em favor de Dilma”. A pena aplicada a ela foi estipulada pela Justiça e ela terá de pagar R$ 5 mil.
De acordo com o tribunal, o Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou Adma por ter no carro um adesivo com a frase “Agora é Dilma”, seguido do símbolo do PT.
O Artigo 36 da Lei das Eleições estabelece que propaganda eleitoral só pode ser feita a partir de 6 de julho do ano em que ocorrerão as eleições. O descumprimento da regra, informa o TSE, sujeita o autor da propaganda e o beneficiário – candidato -, quando comprovado prévio conhecimento, ao pagamento de multa que varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil.
Por cinco votos a dois, os ministros decidiram que Adma desrespeitou o artigo.
Em nota publicada no site oficial, o tribunal informou que o relator do caso, ministro Marcelo Ribeiro, afirmou que “a legislação é clara ao proibir a propaganda eleitoral antes de 6 de julho do ano do pleito e que, no caso, os dizeres do adesivo do carro da eleitora evidenciam a intenção da promover uma pré-candidata [Dilma] junto a eleitores antes do período autorizado pela legislação”.
Bem, já que a decisão foi tomada com base na interpretação dos ministros, podemos fazer a nossa. Quem pode fazer propaganda para candidatos? Na minha opinião, apenas os partidos, pessoas envolvidas na campanha e o próprio candidato.
Não acredito que um eleitor seja capaz de fazer propaganda. A pessoa que vota em um determinado candidato tem todo o direito de enfeitar o carro da maneira que achar melhor. Em momento algum, o TSE publica na nota a informação de que Adma esteja envolvida oficialmente na campanha de Dilma.
Nesta linha, o ministro Dias Toffoli, segundo o TSE, afirmou que entende que “para configurar propaganda antecipada é necessário o pedido de voto. O adesivo não pede voto nem menciona eleição alguma”.
Então, há motivos multá-la?
O TSE proibiu manifestações relacionadas às eleições municipais, que acontecem em outubro, por parte de políticos, partidos e pessoas envolvidas nas campanhas no microblog Twitter antes de julho. Porém, os eleitores poderão se expressar de forma livre.
Quer dizer, no Twitter, tudo bem. No carro, não.
Até a próxima!
Dilma vai a São Bernardo e se encontra com ex-presidente Lula
Visita aconteceu na cidade onde mora o petista, em São Paulo
Filipe Matoso
A presidenta Dilma Rousseff se encontrou nesta quinta-feira (1º) com o ex-presidente Lula e com a ex-primeira-dama, Marisa Letícia, em São Bernardo do Campo (SP). A visita, de acordo com o Instituto Cidadania, começou às 15h40 e terminou por volta das 19h. O ex-presidente está em recuperação, após ter passado por um tratamento contra um câncer na laringe.
Ainda segundo o instituto, o ex-presidente não tem data para voltar a despachar. No entanto, como informou a colunista Cristiana Lôbo (Globo News), o Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou uma nota na quarta-feira (29) e informou que Lula deve voltar em 15 de março.
De acordo com o “G1 Política”, o encontro com o ex-presidente não constava da agenda oficial de Dilma. Ela deixou Brasília no início da tarde, depois de uma reunião com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o ministro das Relações Exteriores do Peru, Rafael Roncagliolo Orbegoso.
Até a próxima!
Dilma supera antecessores e tem maior aprovação no primeiro ano de governo
Pesquisa foi divulgada e até Lula alcançou índices menores que o da presidenta
Filipe Matoso
Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha e publicada neste domingo (22) no jornal Folha de S. Paulo mostrou que a aprovação do Governo Dilma entre os brasileiros está em 59%. Este índice representa os cidadãos que veem a gestão da petista como ótima ou boa. Enquanto isso, 33% acreditam que é regular e 6% a avaliam como ruim ou péssima. A pesquisa revelou que desde que voltaram as eleições diretas, a presidenta obteve os melhores resultados em um primeiro ano de governo.
Para se ter ideia, publica o G1 Política, ao fim de 2003 Lula tinha 42% de aprovação. No primeiro ano de segundo mandato, em 2007, o ex-metalúrgico alcançou 50%. Os antecessores Fernando Collor e Itamar Franco tiveram 23% e 12%, respectivamente. Já Fernando Henrique Cardoso conquistou 41% no primeiro mandato e, vejam só, 16% no segundo.
A pesquisa ouviu 2.575 pessoas na quarta-feira (18) e na quinta (19) passadas.
Bem, conversava com repórteres que acompanham a Política em Brasília de perto e eles também avaliaram o governo de forma positiva. Para estes jornalistas, a forma de lidar com a corrupção e a nomeação de técnicos para cargos importantes fizeram com que a imagem de Dilma ficasse melhor entre os eleitores.
Além disso, conheço uma pessoa que votou em Serra em 2010, mas aprovou o primeiro ano do Governo Dilma e deve votar nela em 2014, segundo ele, por causa do jeito coerente dela de administrar.
De fato, as demissões de pessoas envolvidas em supostos esquemas de corrupção fizeram com que Dilma desse à população uma sensação de pulso firme. Para muitas pessoas com quem conversei, Lula tinha um jeito “paizão” e não tomava as medidas necessárias contra aliados políticos. “Dilma não deixa passar nada!”. É isso que ouço em conversas.
A nomeação de Marco Antônio Raupp (Ciência e Tecnologia) e Paulo Sérgio Passos (Transportes), por exemplo, mostram que ela está mais preocupada com o desenvolvimento destes setores do que com o apoio político dos partidos “donos” destas pastas desde a gestão anterior.
Dilma ainda tem três anos pela frente e não será fácil governar o país. Mas se o Executivo continuar no mesmo ritmo em que está, a oposição vai ter que se reorganizar para que a petista não seja reeleita.
Até a próxima!
Avaliação de Dilma em oito meses e Lula como candidato do PT em 2014
Presidenta mostra pulso firme e alguns jornalistas tentam criar mais um factóide envolvendo o PT
Filipe Matoso
Nesta semana, a revista Carta Capital completa 17 anos e traz uma edição especial de aniversário. A publicação intitulada “O Brasil de Dilma” apresenta uma entrevista com a presidenta, artigos do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Maria Rita Kehl, Delfim Netto, entre outros. Além disso, há um em especial, de Marcos Coimbra. Nele, o autor avalia o Governo Dilma e mostra de forma simples como foram os oito primeiros meses da petista à frente do Executivo.
A análise de Coimbra é muito boa. O autor apresenta três pontos cruciais para o Governo Dilma ser considerado, pela primeira vez, uma real sucessão da gestão anterior. No caso, chefiada por Luiz Inácio Lula da Silva. Os aspectos impressos na edição especial são citados abaixo.
Coimbra diz que o primeiro ponto é o da real continuidade ao antecessor, afinal, “Collor não era isso para Sarney, Fernando Henrique se sentia maior que Itamar Franco, e Lula e ele haviam sido adversários (quase) a vida inteira”. Muito bom!
Posteriormente, o autor publica que Dilma não se encaixa no “tipo ideal” de presidente que existe em nossa cultura política. Coimbra diz ainda que a petista está longe de ter algo extraordinário ou excepcional, algo comum em antecessores. De fato não tem e mesmo assim leva o governo de forma legítima e com pulso firme.
Por fim, o terceiro aspecto é o de Dilma demonstrar menos disposição para considerar natural o que outros políticos achavam inevitável como, por exemplo, a corrupção em alguns ministérios. Não por acaso, a presidenta disse, “sem papas na língua”, que iria “lutar contra os mal feitos” da forma que fosse necessária.
Carta Capital ganhou destaque ao praticamente enfrentar Veja nas eleições presidenciais do ano passado. Enquanto a revista ligada à Editora Abril colocava-se em defesa de José Serra e contra Dilma, a maior rival no campo político fazia o contrário, batia de frente e apresentava o lado petista da disputa. Não é necessário dizer se alguma agia de forma correta, ou não, pois essa opinião varia de acordo com o envolvimento político do leitor.
Voltando à Carta desta semana, o artigo de Maria Rita Kehl relembra que entre as principais diferenças entre Dilma e Lula está o fato de o ex-metalúrgico ter um jeito de pai dos brasileiros. Inclusive, chegou a nomear Dilma como mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sem ela ter essa imagem de carinhosa perante a sociedade. Dilma não. A presidenta tem pulso firme, age com a cara fechada e, como dizemos em Minas Gerais, “coloca os pingos nos is”. Entende?
Fosse José Serra à frente do Executivo em agosto de 2011, a luta contra a corrupção seria algo extraordinário, jamais visto na história do Brasil e um ato heróico de um homem predestinado a ser o melhor presidente do país. Com Dilma pode parecer não ser muito diferente, pois até a revista que mais atacou a petista nas últimas eleições, Veja, deu o braço a torcer e se apresentou como o novo apoio à presidenta.
Já nas questões políticas, Dilma arrumou encrenca. O combate à corrupção gerou, na verdade, o desligamento do PR da base aliada e o descontentamento do PMDB, após denúncias de supostos esquemas de corrupção. O curioso é ver partidos alegarem que Dilma não os defende e atua como a grande imprensa deseja. Engraçado ainda é perceber que a denominada pela imprensa “faxina no governo” é temida e a oposição se faz valer disso. Democratas se movem para criar uma comissão contra a corrupção e prometem divulgar nos veículos de comunicação os nomes de parlamentares que não a apoiarem.
Parece tudo uma bagunça. Enquanto Dilma age, de forma correta, ou não, partidos se rebelam e líderes do governo têm de se mexer para aprovar projetos em plenários no Congresso Nacional. Já a imprensa, elogia, aplaude. E a população? Os escândalos e questões econômicas fizeram a presidenta perder pontos na popularidade entre os eleitores.
Entretanto, se engana quem a vê em curva decrescente. Dilma tem a maior aprovação para os primeiros oito meses de governo, comprada aos antecessores. A petista parece mostrar para a sociedade que não possui o caráter paternal que tinha Lula, ou o de sempre conciliar-se para não perder apoio político. De fato, um presidente cai sem o respaldo do Congresso, assim como aconteceu com Collor. No entanto, Dilma parece ter coragem de enfrentar uma queda de braço contra os interesses políticos acima de tudo e isso incomoda, não é senador Alfredo Nascimento (PR)? Confira o post na íntegra: Leia o resto deste post
Ministro de Dilma, Jobim diz que votou em Serra nas últimas eleições
Nelson Jobim, atual ministro da Defesa, declara voto em tucano José Serra, principal adversário de Dilma em 2010
Filipe Matoso
Na última quarta-feira (27/7), o caderno Poder do jornal Folha de S. Paulo divulgou uma entrevista com o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Foram feitas várias perguntas, mas uma em especial chamou a atenção pela resposta: Jobim afirmou ter votado em José Serra (PSDB) nas eleições presidenciais de 2010, nas quais o tucano enfrentou Dilma Rousseff (PT) – atual chefe do ministro – e perdeu.
Amigo íntimo confesso de Serra, Jobim afirmou durante a entrevista que tanto Lula quanto Dilma sabiam em quem ele iria votar. O ex-ministro de FHC e Lula é filiado ao PMDB e esta é a segunda vez que mostra ser simpatizante do PSDB durante o Governo Dilma. É necessário entender que Jobim causa a revolta em aliados do governo, pois participa dele e votou no principal adversário da presidenta.
Como cidadão comum, Nelson Jobim deve votar em quem quiser, contar para outras pessoas – se preferir – e não haverá repercussão, no máximo uma discussão entre amigos. Como ministro do Governo Dilma, Jobim deve continuar votando em quem quiser, contar para algumas pessoas – também se preferir-, mas haverá (grande) repercussão, se não for em quem a maioria espera. Isso parece óbvio.
Questões políticas que envolvem um ministro de Estado devem ser percebidas por quem ocupa o cargo. Jobim, como político à frente da Defesa, deveria ser menos liberal e mais contido. É claro que não há problema algum em ele ter votado em Serra, ser amigo do tucano, etc. Entretanto, não pega bem dizer que votou no paulista, uma vez que é ministro de Dilma, principal adversária do político nas últimas eleições presidenciais. Na esfera política, as declarações tornam-se, sim, uma arma contra Jobim.
Sobre a relação do ministro com o ex-presidente Lula e com a presidenta, Jobim diz que é ótima, não há obstáculos e vê toda essa situação de forma muito natural. Se Dilma e o ex-metalúrgico aceitam o voto do peemedebista em Serra, parabéns – sinal de maturidade. Entretanto, os comentários indignados feitos por filiados ao PT e políticos do partido são perfeitamente compreensíveis também. Clique no link ao lado e confira o post na íntegra: Leia o resto deste post







