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Relator pede cassação de Demóstenes Torres
Filipe Matoso
O senador Humberto Costa (PT-PE), relator do processo disciplinar contra Demóstenes Torres (sem partido-GO) no Conselho de Ética, pediu a cassação do mandato do parlamentar suspeito de envolvimento com o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira.
No voto, lido para os integrantes do conselho, Costa declarou que Demóstenes atuava como um braço político do esquema de jogos ilegais montado por Cachoeira.
O contraventor está preso desde fevereiro apontado pela Polícia Federal como chefe de uma quadrilha. De acordo com o relator, Demóstenes Torres usou o mandato para beneficiar o empresário.
“Cachoeira, com o devido respeito, era o verdadeiro anjo da guarda do senador da República”, disse o relator.
Os senadores que compõem o conselho aprovaram, por unanimidade, o relatório de Humberto Costa pela cassação de Demóstentes Torres. Processo segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, vai para o Plenário, onde será definido o futuro do senador goiano.
Até a próxima!
Dia D para Demóstenes
Filipe Matoso
A leitura do relatório do senador Humberto Costa (PT-PE) sobre o processo disciplinar contra Demóstenes Torres (sem partido-GO) está prevista para esta segunda-feira (18) no Conselho de Ética. O parlamentar goiano é suspeito de ser o braço político da organização comandada por Carlinhos Cachoeira.
No início da noite desta sexta-feira (15) Demóstenes protocolou no Conselho as alegações finais de defesa.
O documento a ser apresentado pelo relator vai avaliar se houve ou não quebra de decoro parlamentar por parte de Demóstenes. Se for considerado que houve, a punição pode chegar à cassação do mandato.
A intenção dos senadores é debater e votar o relatório ainda na segunda. Depois de lido o documento, a defesa de Demóstenes tem 20 minutos para se pronunciar, o que pode ser feito também por escrito. Em seguida, Humberto Costa irá dizer o voto final. Os senadores presentes na reunião, integrantes ou não do Conselho, terão dez minutos cada para discutir a posição do relator.
Caso o relatório seja aprovado, a decisão do Conselho seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça, responsável por dar o parecer a respeito da legalidade do processo disciplinar. A CCJ tem prazo de cinco reuniões para se pronunciar. Só então o processo segue para o Plenário, onde deve ser votado antes da segunda quinzena de julho.
* Com informações da “Agência Senado“
Até a próxima!
Os governadores e Cachoeira
Filipe Matoso
Em depoimento nesta terça-feira (29) no Conselho de Ética do Senado, Demóstenes Torres (sem partido-GO) divulgou – de caso pensado ou não – uma possível nova informação aos responsáveis pelas investigações que apuram a relação do empresário Carlinhos Cachoeira com grupos políticos e de empresários.
O bicheiro foi preso em fevereiro deste ano pela Polícia Federal sob suspeita de envolvimento com a exploração ilegal de jogos.
Demóstenes admitiu ser amigo pessoal do contraventor, mas negou a todo instante saber que Carlinhos Cachoeira estava envolvido com a exploração de jogos ilegais em Goiás. Ele afirmou ser amigo de uma pessoa que possui relação com “cinco governadores”.
Vale ressaltar, todos eles negaram qualquer envolvimento com atividades ilícitas ligadas a Cachoeira.
Bem, nada foi publicado sobre o assunto até agora. Por enquanto, haviam sido citados os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), além de Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, fotografado com diretores da empresa Delta Construções, que está sob suspeita de cometer diversas irregularidades.
Se Demóstenes disse a verdade, há, pelo menos, mais dois governadores supostamente envolvidos com o bicheiro. Quer dizer, as investigações ainda podem ser ampliadas. A CPI, o Conselho de Ética ou a Justiça podem ouvi-lo para confirmar a suposta “nova informação”.
Até a próxima!
Demóstenes no Conselho de Ética
Filipe Matoso
O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) prestou depoimento nesta terça-feira (29) no Conselho de Ética da Casa, que abriu processo para avaliar se houve quebra de docoro no envolvimento do parlamentar com o empresário Carlinhos Cachoeira.
Avaliação
Para o relator, Humberto Costa (PT-PE), o depoimento de Demóstenes foi “enriquecedor” e há “índícios que de que houve a quebra de decoro”. Cristiana Lôbo, comentarista do canal por assinatura “Globo News”, publicou no microblog Twitter: “objetivo de Demóstenes é mostrar relacionamento com o lado legal de Cachoeira e não com o de explorador de jogos. Nas gravações foi diferente”. “O ambiente ficou mais favorável, mais positivo para ele”, completou em reportagem.
Amizade
Durante a sessão, que durou cinco horas, o senador admitiu ser amigo pessoal do contraventor, mas negou a todo instante que soubesse que Carlinhos Cachoeira estava envolvido com a exploração de jogos ilegais em Goiás.
Rádio
Demóstentes disse ainda que o polêmico rádio Nextel, dado a ele por Cachoeira, servia para que dois amigos pudessem conversar. “Quandou sobre da prisão de Cachoeira [em fevereiro deste ano], devolvi o aparelho à mulher dele”, afirmou. Segundo o parlamentar, as contas eram pagas pelo contraventor e chegavam, em média, a R$ 50. “Recebi para a minha comodidade. Falava no Brasil, nos EUA e na Argentina”.
Sentimento
O parlamentar disse em depoimento que o sentimento é de “decepção” com Cachoeira, pois o bicheiro havia dito a ele que “tinha parado com o jogo ilegal”. “Cachoeira se relacionava com diversos governadores e políticos, ninguém sabia da atividade dele. Acredito que todos estão decepcionados com ele”, disse. Demóstenes afirmou se sentir “traído” pelo bicheiro.
Vazamento
Para Demóstenes, o vazamento do conteúdo das ligações telefônicas feitas entre ele e Cachoeira foi “seletivo” e feito para desmoralizá-lo.
Investigações
Durante a sessão, o senador afirmou que as investigações feitas pela Polícia Federal foram ilegais. “Fui investigado clandestinamente!”, disse. Este argumento, que é apresentado pela defesa de Demóstenes desde o início das acusações, já foi rebatido pelo Ministério da Justiça. O chefe da pasta, José Eduardo Cardozo, disse ao “G1″ que as escutas foram legais e a polícia não poderia se omitir “diante de tantas ligações entre Demóstenes e Cachoeira”. “O foro privilegiado não pode servir para acobertar fraudes de parlamentares”, disse Cardozo.
Suspeita de lobby
Demóstenes negou a todo instante que atuasse como lobista de interesses ilegais. O senador afirmou que atuou “em defesa de todas as empresas do estado [Goiás]” que o procuraram. “Eu não tenho nada a ver com o jogo“, disse. Demóstenes afirmou que deve ser julgado pelo que fez e não pelo que falou. “Eu nunca procurei nenhum colega, de qualquer partido, para aprovar o jogo”, se defendeu.
Quebra de decoro
O senador negou ter usado mandato em favor de Carlinhos Cachoeira. “Este é o pior momento da minha vida (…) cheguei a pensar em renunciar ao meu mandato”.
CPI do Cachoeira
A comissão aprovou na tarde desta terça-feira a quebra de sigilo das contas nacionais da empresa Delta Construções.
Até a próxima!
STF derruba sigilo de documentos que apuram ligação entre Demóstenes e Cachoeira
Agência Brasil
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou nesta quinta-feira (24) o sigilo de grande parte dos documentos do inquérito que apura a ligação do senador Demóstenes Torres (sem partido–GO) com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Segundo a decisão, os únicos documentos que permanecem sob sigilo são os arquivos de escutas telefônicas. A decisão do ministro atende em parte ao requerimento encaminhado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, que queria o fim total do sigilo, e investiga a relação do bicheiro com grupos políticos e de empresários.
Até a próxima!
Balanço do primeiro dia de Cachoeira na CPI
Filipe Matoso
Após este primeiro dia depoimento, ou melhor, de não-depoimento, de Carlinhos Cachoeira à CPI no Congresso Nacional, é possível fazer um balanço de vários pontos observados durante as duas horas em que o bicheiro esteve diante dos parlamentares. De um modo geral, a ida dele não gerou algo além do esperado. O silêncio já era anunciado pela defesa, e o fez sob direito constitucional, e o fato que pode ser considerado “concreto” é a ideia de quebra de sigilo completo da empresa Delta Construções, suspeita de estar envolvida com o grupo do contraventor.

Carlinhos Cachoeira no Congresso acompanhado do advogado, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos/ foto: José Cruz – ABr
Silêncio
Durante todo o tempo, Cachoeira “respondeu” as perguntas feitas pelos integrantes da CPI da mesma maneira. Ora mais delicado, ora mais sério, relembrou a todo instante o direito de permanecer calado durante toda a sessão. Em alguns momentos, sorria diante do descontrole de alguns parlamentares. Em outros, pensava antes de responder. Se a ideia de deputados e senadores era provocá-lo e tirá-lo do sério para que as informações viessem à tona, não deu certo. Pelo contrário. “Eu vou permanecer calado, deputado, por favor”, “eu vou usar o meu direito constitucional de ficar calado”, “falarei tudo depois que der o depoimento na Justiça”.
Ingenuidade
Alguns parlamentares foram, ou pareceram, ser ingênuos. A defesa de Cachoeira já havia anunciado em diversas oportunidades que o contraventor ficaria calado. Deputados e senadores o questionavam e pareciam estar complexados com a “falta de vontade do bicheiro em ajudar este país a melhorar”. Todos ali sabiam que ele não contaria nada, como ele bem lembrou, pelo menos por enquanto. Alguns chegaram a perder a compostura.
Perda de controle
A senadora Kátia Abreu (PSD), o senador Álvaro Dias (PSDB) e alguns outros parlamentares perderam o controle emocional e se mostraram impacientes. Kátia chegou a chamar Cachoeira de “múmia”, “bandido”, “cínico” e “chefe de quadrilha”, como se fosse o papel dela. Outros integrantes da CPI o atacaram com ofensas e em determinados momentos o nível desceu. Eles estavam irritados, mas jamais poderiam perder o controle como o fizeram nesta tarde.
Defesa
Um dos nomes mais citados nas duas horas de CPI, o chefe do grupo de advogados que defende Cachoeira, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, orientava a todo instante o cliente. A cada pergunta, Cachoeira olhava atento para os parlamentares e conversava com Bastos. O advogado foi cumprimentado por quase todos os presentes e sorria. Ele, mais que todo mundo ali presente, entende a lei e sabe como usá-la. Em entrevista à “Globo News”, Thomaz Bastos disse que o cliente, se quiser, pode não falar “nunca”.
Base x Oposição
Ficou evidente, após várias declarações de integrantes da CPI, que as investigações podem vir a ser pautadas pelas disputas partidárias. A todo instante membros da oposição atacavam o governo federal por ter contratos com empresa Delta e os da base chamavam para a discussão o fato de o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), ser suspeito de ter envolvimento com Cachoeira. Se a CPI seguir nessa direção, a guerra vai se dar em torno dos partidos e não das denúncias.
Sequência
Como bem lembrou um dos membros em discurso, a comissão não pode basear os trabalhos apenas nos depoimentos dos envolvidos. É necessário colher provas, documentos e informações para que a ida dos suspeita seja complementar e não principal. Sem dúvida, outros convocados agirão da mesma forma e a CPI não pode comprometer as investigações em razão disso.
Volta de Cachoeira
O bicheiro disse durante os questionamentos que pode “voltar e ajudar” os trabalhos da CPI após ser ouvido pela Justiça de Goiás, em audiência que acontece nos dias 31 de maio e 1º de junho. Isso não é novidade. Ele já havia sinalizado que faria assim. Alguns integrantes disseram não acreditar que em um possível retorno ao Congresso o contraventor vá falar o que sabe. “Eu ajudaria muito, deputado, mas somente depois da minha audiência. Por enquanto, ficarei calado, como manda a Constituição”, declarou Cachoeira.
Opiniões
Deputado Miro Teixeira (PDT-RJ): “queremos chegar a políticos e parlamentares envolvidos com Cachoeira, não o destino dele”.
Relator Odair da Cunha (PT-MG): “cada acusado terá uma estratégia de defesa, isso é normal”.
Mulher de Cachoeira: “acho que ele está tranquilo. Ele está ótimo”.
Deputado Fernando Francischini (PSDB-PR): “o depoente não pode achar que aqui tem um monte de palhaço”.
Carlinhos Cachoeira: “estou respondendo a um inquérito na Justiça e antes disso não posso falar. Quem forçou minha vinda foram os senhores”.
Senador Álvaro Dias (PSDB-PR): “não há justificativa para a manutenção desse espetáculo grotesco que estamos assistindo agora”.
Até a próxima!
Fora da CPI
Filipe Matoso
Enquanto a “CPI do Cachoeira” ouve depoimentos de delegados da Polícia Federal, aprova requerimentos para convocar pessoas com suspeita de envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e pede a quebra de sigilo delas, os depoimentos de Fernando Cavendish, proprietário da empresa Delta Construções, e do jornalista Policarpo Júnior, editor da revista “Veja” em Brasília, podem ser deixados de lado.
“Não há indícios de que o jornalista Policarpo [Júnior] se envolveu com a organização criminosa [de Cachoeira]. Em nenhum momento propusemos investigar a imprensa ou quebra de sigilo de jornalistas. [Exigimos] apenas a transcrição completa de diálogos envolvendo jornalistas com o grupo. Todas as pessoas, físicas ou jurídicas, que se relacionaram com Cachoeira serão investigadas por nós, sejam empresários, senadores, deputados, jornalistas, governadores, prefeitos ou desembargadores”, disse o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG).
Segundo ele, não há elementos que justifiquem as convocações de Policarpo e Cavendish. “No caso do Cavendish, até há indícios. Mas, neste momento, não há justificativa para nós [a comissão] quebramos o sigilo dele e convocá-lo para esta CPMI”, completou.
Leia também: Cachoeira vai à CPI
Até a próxima!
Cachoeira vai à CPI
Filipe Matoso
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello rejeitou na noite desta segunda-feira (21) o pedido de prorrogação de prazo feito pela defesa do bicheiro Carlinhos Cachoeira para ele depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI). Com isso, o depoimento previsto para esta terça (22) está mantido.
A CPI investiga a relação de Cachoeira com grupos políticos e de empresários.
Na última quinta (17), a defesa entrou com um novo pedido junto ao STF para a manutenção da liminar concedida por Celso de Mello. Os advogados alegaram que precisavam de mais tempo para acessar os dados das investigações. Na semana passada a CPMI decidiu liberar o acesso.
* Com informações da Agência Câmara
Até a próxima!
Vaccarezza rebate acusações de suposta ‘blindagem’ a Sérgio Cabral
Filipe Matoso
Após ser flagrado por uma câmera do SBT trocando mensagens com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o ex-líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), rebateu as acusações de que teria garantido uma suposta blindagem ao peemedebista.
As imagens foram gravadas durante uma reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada no Congresso Nacional para investigar a relação do empresário Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, com grupos políticos e de empresários.
Cabral ainda pode ser convocado a depor. Porém, o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), disse que governadores não serão chamados para fazer “palanque político”.
“Nós não queremos trazer para cá um governador para utilizar esta CPI como palanque político para sua defesa. Nós não queremos convocar por convocar, nós precisamos ter aqui informações na mão, para embasar nossas perguntas com as provas. Nós teremos, sim, a oportunidade de avaliar a convocação dos governadores. Agora, criar um palanque para que o governador venha fazer debate político nos não vamos admitir”, disse o petista.
Confira na íntegra a nota divulgada por Vaccarezza neste sábado (19).
“Gostaria de enfatizar que não haverá blindagens nos trabalhos da CPMI.
Qualquer um que tiver relação com a organização criminosa de Carlos Cachoeira será investigado. Por outro lado, não vamos compactuar com a espetacularização ou com o esvaziamento da investigação.
O texto da mensagem captado ontem pela TV refletiu minha preocupação pessoal com tensionamentos pontuais entre o PT e o PMDB. Meu objetivo era deixar claro ao governador Sérgio Cabral que, apesar das discordâncias pontuais, a boa relaão entre nossos partidos deve ser mantida.
Gostaria de enfatizar ainda que o governador Sérgio Cabral (PMDB) não foi citado em nenhuma gravação dos inquéritos, conforme atestado nos depoimentos dos delegados da Polícia Federal à comissão. Logo, não tem sentido falar em uma suposta “blindagem”.
A situação é diferente no caso do governador Marconi Perillo (PSDB), contra quem pesam suspeitas fortes de que havia uma cota de funcionários do seu governo indicados pela organização criminosa, principalmente na Polícia Civil e no Detran-GO.
Deputado federal Cândido Vaccarezza PT-SP”
Até a próxima!
Sob acusações de envolvimento com Cachoeira, Geraldo Messias recebe apoio do PP
Filipe Matoso
Reportagem do site “G1 Distrito Federal” cita as investigações da Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, que resultou na prisão do empresário Carlinhos Cachoeira, e que ligam o contraventor ao prefeito de Águas Lindas (GO), Geraldo Messias (PP). A cidade está localizada a cerca de 45 quilômetros de Brasília.
Em uma tentativa de amenizar a situação para o prefeito, o partido começou a divulgar de forma frequente na TV propagandas que mostram o que foi feito no município durante a gestão de Messias.
De acordo com o “G1″, informações da PF indicam que o esquema de exploração de jogos ilegais chefiado por Cachoeira no região do Entorno do DF teria o aval do prefeito. Imagens gravadas em Águas Lindas mostram que o grupo do bicheiro teria recuperado, com auxílio de policiais civis, máquinas de caça-níqueis apreendidas em operações.
Ainda segundo o portal de notícias da Rede Globo, Geraldo Messias negou qualquer participação nos negócios de Cachoeira, mas não soube explicar por que o bicheiro resolveu pagar o hotel de uma viagem ao exterior.
O prefeito passou seis dias em férias nos Estado Unidos, acompanhado de um grupo de políticos e de Eliane Pinheiro, então chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo, que pediu exoneração do cargo também sob suspeitas de envolvimento com o grupo do contraventor.
Saiba mais:
Prefeito de cidade do Entorno do DF teria ganhado viagem de Cachoeira, diz PF
Confira como funcionava a Teia de Cachoeira
Até a próxima!




