Agnelo oferece sigilos bancário, fiscal e telefônico à CPI do Cachoeira
Agência Brasil
Ao informar à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira que aceitaria abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, foi aplaudido por muitos integrantes da comissão.
O deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) elogiou a atitude. “Com isso, Agnelo mostrou que não tem nada a esconder”, afirmou. O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) rebateu: “Não adianta dizer que abre os sigilos sem assinar o termo”.
Em seguida, o presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) encerrou a discussão dando a palavra ao relator para iniciar os questionamentos.
Em depoimento, Agnelo disse que não houve favorecimento da empresa Delta Construções, investigada pela Polícia Federal como parte do suposto esquema criminoso comandado pelo empresário Carlinhos Cachoeira. Ele acusou o grupo liderado por Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) de persegui-lo politicamente para poder ter controle dos serviços de limpeza urbana da capital.
Leia também: Na CPI, Agnelo vai negar ‘tratamento especial’ à Delta, diz advogado
Até a próxima!
Publicado em 13/06/2012, em Política e marcado como Agnelo Queiroz, congresso nacional, cpi do cachoeira, Depoimento, PT, quebra de sigilo. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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