Arquivo mensal: agosto 2011

Cristovam Buarque alerta sobre o voto de protesto

Senador do Distrito Federal manda alerta por meio do Twitter

Filipe Matoso

Em tempos de Era Digital, o uso do microblog Twitter tem se tornado cada vez mais comum. As postagens podem ser feitas do computador, celular, iPod e qualquer pessoa tem acesso ao conteúdo. Hoje em dia, de crianças a idosos, ricos a pobres, milhões de pessoas usam a rede social no mundo inteiro para expressar opinião, publicar informações e com os mais diversos objetivos.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) utiliza o microblog praticamente todos os dias, posta comentários, publica artigos e matérias relacionadas a ele. Entretanto, nesta quarta-feira (10/8), um tweet chamou nossa atenção: “Votar em corrupto não facilitará o futuro caminho de seu filho na busca da felicidade pessoal”, publicou. O assunto é requentado, pois nos remete às eleições de 2010 e não faz mais sentido voltarmos ao tema, certo? Errado. Ano que vem tem eleições municipais para prefeito e verador.

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF)/ Foto: Portal IG

Em 2010, a quantidade de pessoas que votaram em determinados políticos alegando “voto de protesto” foi enorme. A jornalista Paola Lima, em palestra no Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), ano passado, disse que entendia o fato. O Blog do Filipe não concorda. O famoso voto de protesto se tornou a melhor desculpa para as pessoas votarem em Tiririca (PR-SP), Romário (PSB-RJ) e outros. Argumento fajuto. Por sinal, não somos contra os políticos, mas contra as justificativas.

A frase de 93 caracteres de Cristovam resume bem todo o assunto. O cidadão dizer que “a política está ruim, portanto, irei votar no Zé Trincheira para protestar contra corruptos”, é desanimador. Sabem aquela história “tudo está ruim, mas não vou fazer nada”? É isso o que acontece. A pessoa reclama que há políticos ruins no poder e contribui para piorar a situação. É difícil de entender. Afinal, se ela está insatisfeita com os governantes, porque não vota nos políticos que considera os melhores e tenta mudar o panorama? Complicado…

A opinião do senador nos faz pensar em uma bola de neve de erros na Política. Imagine: alguns personagens que estão no poder são fracos, portanto irei votar em outros também ruins como forma de protesto para que tudo melhore. Não irá acontecer. É exatamente uma bola de neve. Se está ruim e o eleitor vota em candidato sem competência, a situação irá piorar. Se nesta geração há muitos escândalos políticos, com mais incompetentes no poder a próxima irá sofrer ainda mais. É simples.

Para o blog, a justificativa de que “o voto é para protestar” não tem sustentação e não melhora o cenário político em nada. Se os cidadãos têm poder de eleger os representantes e colocar no governo os mais competentes, por que não o fazem? Preferem protestar colocando outros piores e apenas complicam mais ainda o cenário no país. Um dia a população lutou com o movimento Diretas Já e hoje há os que votam para protestar e que apenas banalizam o direito adquirido após as lutas travadas anos atrás.

Matéria publicada no Estadão causa confusão política ao leitor

Título de matéria veiculada no jornal transmite ideia contrária à história de PT e PSDB

Filipe Matoso

No site do jornal O Estado de S. Paulo (www.estadao.com.br), foi divulgado, na última segunda-feira (8/8), um texto com o seguinte título: “Governo Dilma segue dica de FHC e busca nova Classe C”. Curioso, não? Focaremos apenas no título da matéria, para mantermos o post em um único caminho. A chamada para a nota causa uma confusão tremenda às pessoas que acompanham Política diariamente.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) escreveu um artigo e nele afirmou que “a oposição deve voltar a atenção para a nova classe média”. Ao ler o título, do Estadão, temos uma primeira impressão de que as fichas dos líderes do Governo Dilma caíram, como dizem no popular, e eles resolveram agir. Até aqui, está tudo muito truncado e confuso, não está? É isso que o título causa no leitor.

FHC/ Foto: Portal IG

Historicamente, o PSDB tem como eleitores, filiados e políticos, pessoas das classes A e B, com grau de estudo elevado, poder aquisitivo alto e geralmente são empresários. Além disso, a Direita sempre foi uma visão política com os olhares mais voltados para a Economia. Não à toa, a maior bandeira levantada por Fernando Henrique Cardoso (FHC) e aliados, em campanhas políticas, é a criação do Plano Real. Vale ressaltar que o plano foi criado durante o Governo Itamar Franco, o político se chateava com a atitude tucana e isso não é reconhecido.

Por outro lado, o Partido dos Trabalhadores nasceu após Lula criar movimentos sociais a favor dos metalúrgicos de São Bernardo do Campo-SP. Os sindicatos, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais manifestações de categorias unidas surgiram para defender os direitos das classes com menor poder aquisitivo: C, D e E. A Esquerda, campo político adotado pelo PT, tem como objetivo o lado Social do país e a visão de avanço é totalmente oposta à da Direita. Dilma Rousseff/ Divulgação PR

Aqui no blog não iremos dizer se um é melhor que o outro, até porque não é necessário. Na Democracia, os partidos têm opção de seguirem a ideologia que quiserem e o cidadão o livre arbítrio de decidir em quem votar.

Voltando ao assunto, percebe como é difícil entender as chances de o Governo Dilma ter seguido as orientações de FHC para focar na nova classe média, antes formada por cidadãos que viviam em pobreza extrema? Se o PT sempre foi voltado para as pessoas com menor poder aquisitivo e o PSDB para os cidadãos com maior, como um tucano recomenda esta troca? Parece tudo muito confuso. Confira o comentário na íntegra: Leia o resto deste post

Dia agitado na Política em Brasília

Declarações do ministro da Fazenda e prisões no Ministério do Turismo movimentam o noticiário político

Filipe Matoso

Nesta terça-feira (9/8), Brasília se agitou com o noticiário político. A entrevista coletiva do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, sobre as acusações de corrupção na pasta e a Operação Voucher, da Polícia Federal, em três Estados, se tornaram manchetes nos principais veículos. Em meio a escândalos políticos, a imagem de Dilma Rousseff não está abalada, como apontam os institutos de pesquisa nacionais. Entretanto, hoje não é dia de falar da presidenta, mas, sim, de todo o governo.

Entre os ministros nomeados por Dilma, alguns foram escolhidos pela chefe do Executivo, outros sob a influência de Lula e os demais, como de costume, surgiram das negociações partidárias entre governo e legendas. Nos seis primeiros meses, três caíram e vários se complicaram.

Por exemplo, Fernando Haddad (Educação), Guido Mantega (Fazenda) e Ana de Hollanda (Cultura) balançaram,e muito, nos cargos. Já Antônio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes) e Nelson Jobim (Defesa) não suportaram a pressão e foram demitidos por Dilma. Em cada caso, há razões e fatos específicos e poderíamos fazer um texto para cada. Portanto, ficaremos no chamado “por alto” e não aprofundaremos.

Wagner Rossi/ Foto: site AgroNews

Nesta terça, outros dois ministros do governo tiveram perto de pisar na corda bamba. Após denúncias de suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura, Wagner Rossi teve de se explicar. Apesar da queda do secretário-executivo (segunda figura mais importante) da pasta, Rossi permaneceu. “Estou no cargo firme como uma rocha”, disse o ministro nesta manhã, segundo o portal de notícias G1 Política.

Já no Ministério do Turismo, “o trem ficou feio”, como dizem os mineiros. A Operação Voucher, comandada pela Polícia Federal, prendeu 38 pessoas ligadas ao ministério em três Estados: Distrito Federal, Amapá e São Paulo. As acusações são as de que há esquemas de corrupção na pasta nos assuntos que envolvem destinação de emendas parlamentares para a promoção do Turismo no país. Além disso, o secretário-executivo, Frederico Costa, também foi preso.

Por conta das prisões, o ministro Pedro Novais (PMDB), que estava em atividade em São Paulo, recebeu a ordem da presidenta Dilma para retornar urgentemente a Brasília, segundo repórteres do canal por assinatura Globo News. Os políticos devem se reunir ainda hoje para discutir o assunto. Por sinal, novidades sobre a permanência do ministro no cargo, ou não, podem ser divulgadas a qualquer momento aqui no Blog do Filipe. Confira o post na íntegra: Leia o resto deste post

Afinal, a responsabilidade é de Sérgio Passos?

Alfredo Nascimento (PR-AM), ex-ministro dos Transportes, diz que orçamento da pasta cresceu muito enquanto teve Paulo Sérgio Passos à frente do setor

 Filipe Matoso

Na última semana, o ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR-AM), tomou posse no Senado, após ser demitido pela presidenta Dilma Rousseff. Escândalos e denúncias à parte, Nascimento aproveitou o discurso no Congresso Nacional para falar de Paulo Sérgio Passos, ex-secretário-executivo da pasta e agora ministro.

“O Ministério dos Transportes já era uma das pastas com o maior volume de investimentos no PAC e, para o período aberto em 2011, registrava um aumento significativo em todos os projetos”, afirmou Nascimento. Sobre uma possível conversa com a presidenta Dilma, o senador afirma ter avisado à atual chefe do Executivo o grande crescimento do orçamento na pasta. “Coloquei o assunto para a presidenta e informei que já começara a trabalhar no ajuste”, disse o político.

Alfredo Nascimento/ Foto: portal UOL Notícias

Além disso, Nascimento afirmou em plenário: “quando saí, junto com a presidenta Dilma, então ministra, o PAC do Ministério dos Transportes significava um pacote de investimentos da ordem de R$ 58 bilhões. Quando retornei, já estava em R$ 72 bilhões”. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a ministra do Planejamento (responsável pelo orçamento federal), Miriam Belchior, não se pronunciou sobre o caso.

À frente do ministério, na época, ficou o então secretário-executivo, Sérgio Passos.

Com isso, Nascimento quis dizer que quando saiu estava de um jeito e, ao retornar o ministério, o encontrou diferente. Dessa forma, joga uma parcela de culpa para Passos. Prato cheio para a oposição. Não à toa, o ministro dos Transportes terá de prestar esclarecimentos ao Congresso Nacional, após as declarações de Alfredo. Inclusive, o deputado federal Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) defende a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no setor.

Se Nascimento é culpado, ou não, se Passos teve algo a ver com os problemas, somente investigações e esclarecimentos poderão resolver, não o blog. Entretanto, o foco será em Alfredo Nascimento. O senador jogou a bomba-relógio, então, para Passos.

As denúncias feitas pela revista Veja foram comentadas aqui no Blog do Filipe, pois havia muito tempo em que não se via tal qualidade. Além disso, chegamos a dizer que Dilma agia bem ao demitir todas as pessoas envolvidas em escândalos. No entanto, deixamos para comentar as declarações de Nascimento em outro texto. Confira a íntegra do comentário: Leia o resto deste post

A queda (já esperada) de Nelson Jobim

Peemedebista deixa o cargo de ministro da Defesa após inúmeras declarações polêmicas

Filipe Matoso

Nelson Jobim (PMDB) foi demitido do cargo de ministro da Defesa pela presidenta Dilma Rousseff, na noite da última quinta-feira (4/8). Segundo o repórter Valdimir Netto (Jornal da Globo), a conversa durou apenas cinco minutos e o tempo foi o suficiente para Jobim apenas entregar a carta de demissão à presidenta.

Como bem definiu a comentarista do programa Bom Dia Brasil (TV Globo), Zileide Silva, “Jobim morreu pela boca”. As consecutivas declarações polêmicas do ex-ministro tornaram a situação “insustentável”, como disse o também comentarista do canal Globo News, Gerson Camarotti.

Parecia questão de tempo. O ex-ministro não tinha mais condições políticas de permanecer no governo. Há uma semana, chegou a declarar que votou em José Serra (PSDB) nas últimas eleições presidenciais. Além disso, durante as comemorações do aniversário de 80 anos do ex-presidente FHC, disse que tinha de tolerar a convivência com “idiotas” e que eles tinham perdido a modéstia. Jobim afirma que falou desta forma de jornalistas, mas petistas não entenderam dessa maneira. Por fim, em entrevista à revista Piauí, disse que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, “é muito fraquinha” e afirmou ainda que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, “sequer conhece Brasília”.

Nelson Jobim chegou a dar entrevista na última viagem como ministro, no Mato Grosso, e afirmou pouco tempo antes de ser demitido que as declarações não foram no sentido “pejorativo” e que havia deturpações sobre o que realmente havia sido falado por ele. O ex-presidente Lula chegou a comentar o caso e disse que “até Pelé jogando mal seria retirado pelo treinador do time”. Por falar em Lula, o sucessor de Jobim à frente da Defesa será Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores do governo anterior.

Como disse Zileide Silva, Jobim morreu pela boca/ Foto: site da revista Veja

Jobim é o terceiro caso de queda de ministro no Governo Dilma. Na Casa Civil, Antônio Palocci (PT) deixou o cargo após um grande enriquecimento sem provas da origem do dinheiro. Alfredo Nascimento (PR) chefiava os Transportes quando a revista Veja publicou uma matéria na qual supostos esquemas de corrupção na pasta foram divulgados.

A diferença entre a queda dos três ministros é que Palocci saiu após se complicar politicamente, Nascimento caiu por denúncias de corrupção e Jobim “forçou” a saída. Sobre essa história de dizerem que ele queria sair, somente o ex-ministro poderá dizer. O fato é que ele deu, sim, uma impressão de que tinha a intenção de deixar o governo.

Como dissemos aqui no Blog do Filipe, no campo político as declarações do ex-ministro da Defesa eram praticamente inaceitáveis. Foram três vezes somente em 2011 que o peemedebista se complicou com PT e Planalto. Leia o post na íntegra: Leia o resto deste post

A brincadeiragem da música baiana sob aviso prévio de deputada

Parlamentar Luiza Maia (PT-BA) propõe fim de verba pública para artistas com músicas de duplo sentido

Filipe Matoso

A deputada Luiza Maia (PT-BA) apresentou um projeto de lei (PL) no qual impede alguns compositores e determinadas bandas de serem contratados com dinheiro público. Assim, as músicas com letras de duplo sentido (geralmente envolvem sexo) deixariam de receber verbas do governo estadual, chefiado pelo também petista Jaques Wagner.

A repercussão, inevitavelmente, foi grande. Em média, cerca de dois milhões de pessoas vão às festas de carnaval em Salvador e o pessoal dança muito, quebra até o chão e se diverte. Na folia de rua, há incentivos financeiros por parte do governo, por meio das políticas públicas voltadas para a Cultura.

Filtrar o que será bancado pelo governo é fundamental para que o dinheiro público não seja investido em qualquer bobagem. Entretanto, a música baiana e o pagode fazem parte da cultura dos foliões e há muitas pessoas que curtem o ritmo. Sobre as letras serem agressivas às mulheres, parece exagero. Violência contra a mulher pode ser muito mais que uma letra de música.

Na reportagem exibida pelo programa semanal Fantástico (TV Globo), no último domingo (31/7), tanto a deputada quanto cantores de pagode foram entrevistados. Entre eles, Léo Santana, vocalista do Parangolé. Confira um trecho da matéria: “Tem gente que curte a coisa mais da dancinha, tem gente que curte o duplo sentido e tem gente que curte axé, então é isso”.

O programa também conversou com o antropólogo da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Roberto Albergaria. Leia uma parte da entrevista: “As canções populares da Bahia e do Brasil como um todo sempre foram maliciosas”. Com isso, Albergaria explica como funcionam as festas de carnaval em Salvador. O duplo sentido não parece ser uma ofensa real às mulheres, da forma como é exposto. Sem dúvida, as letras poderiam ser melhores, mais trabalhadas, mas o povo de lá gosta. Além disso, há outros exemplos de músicas com duplo sentido.

Luiza Maia/ bahiapolitica.com.br

Por exemplo, um grande nome da Música Popular Brasileira (MPB), Chico Buarque, fez músicas com duplo sentido durante o período da Ditadura Militar. “Afaste de mim esse cálice. Pai”. Leia esta palavra: “cálice”. Pode ser uma taça para beber vinho, ou “cale-se, pai” pode ser um recado. Durante o regime, imprensa, músicos e todos os cidadãos deveriam aceitar os militares no poder e ai de quem fizesse oposição. Naquela época, quem se mostrava contra os ditadores, era morto, torturado, exilado, ou colocado em porões. Confira o comentário na íntegra: Leia o resto deste post

Os apartamentos a R$ 2,5 milhões dos parlamentares

Presos abusivos incomodam a todos os consumidores

Filipe Matoso

O jornal Folha de S. Paulo divulgou uma matéria na qual mostra apartamentos de deputados federais que chegam a custar R$ 2,5 milhões. O apresentador do programa TV Folha, Fernando Canzian, adota um modelo editorial no qual o valor pode passar a ser considerado absurdo e fora do comum.  A introdução do assunto é feita da seguinte maneira: “144 dos 432 apartamentos que os deputados usam foram reformados recentemente. A reforma de cada apartamento custou R$ 416 mil”.

Outra repórter que participa do programa, Maria Clara Cabral, da sucursal de Brasília, afirma que “das 432 moradias, 350 passam a ficar em condições de uso. Entretanto, muitos [80], desses que foram reformados [144], não têm condição, pois estão deteriorados”.

Já a outra jornalista especial que também participa do programa, Vera Magalhães, é mais ponderada ao falar sobre o assunto, pois morou na capital do país. Quando Canzian apresenta os dados e diz que os imóveis possuem cerca de 200m² e custam aproximadamente R$ 2,5 milhões, a reação da repórter não é de estranhamento.

No decorrer do programa, as perguntas feitas pelo âncora deixam o leitor, no mínimo, indignado com os dados. O direcionamento do vídeo segue sem observar por completo o panorama vivido, por qualquer cidadão, em Brasília.

Hoje, um apartamento de três quartos localizado na Asa Sul do Plano Piloto, sem estar reformado (entenda em mau estado), custa, em média, R$ 1,3 milhão. Já este, reformado, pula automaticamente para R$ 1,5 milhão. Outro exemplo, ainda na mesma região, é o de uma residência de quatro quartos sem estar reformada com valor inicial de R$ 1,5 milhão. Reformado, o local pode ser vendido a R$ 1,8 milhão.

Quer dizer, um apartamento a R$ 2,5 milhões, reformado, localizado no Plano Piloto, não é este absurdo. Talvez o problema esteja no preço da reforma, avaliada em R$ 416 mil. Mesmo assim, conheço uma pessoa que comprou uma residência, a reformou por completo e gastou algo em torno de R$ 300 mil. Ou seja, os valores apresentados na matéria da Folha estão acima do comum, mas não parecem ser algo absurdo ou superfaturado. Confira o texto na íntegra e clique no link ao lado: Leia o resto deste post

Imprensa questiona se Ronaldinho merece espaço com Mano Menezes

Olá,

segue abaixo o link para acessar o novo post da coluna semanal de Esporte do Blog do Filipe:

Imprensa questiona se Ronaldinho merece espaço com Mano Menezes

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